Tokyo Sky Tree – 東京スカイツリー
Hoje está sendo oficialmente inaugurada e aberta ao público a Tokyo Sky Tree, com seus 634m de altura e o título de mais alta torre de transmissão digital do mundo.
Localizada em Oshiage, na prefeitura de Sumida – Tóquio, a construção da torre significou um grande desafio técnico para a construtora responsável: Obayashi Corporation. São aproximadamente 36,900m² de área construída, abrangendo não apenas a torre, mas também os distritos Leste e Oeste que completam o projeto. Com dois observatórios – o primeiro a 350m de altura e, o segundo, a 450m – a Tokyo Sky Tree promete ser um sucesso de público.
Sem dúvida alguma, um dos lugares mais interessantes para estar e observar a torre é Asakusa, tradicional área da cidade que cria uma dualidade bem bonita entre antigo e moderno.
O acesso à Tokyo Sky Tree pode ser feito de trem/metrô:
Inicialmente, os ingressos para visitação da Tokyo Sky Tree devem ser comprados/reservados antecipadamente. Acredito que isso deve se referir aos observatórios. Fato é que, a partir de amanhã, Tokyo terá mais um marco simbólico inserido oficialmente ao seu skyline. Temos que conferir, né?!
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Eclipse Solar
Neste exato momento estamos vendo o fenômeno no qual a Lua cobre o Sol, escondendo cerca de 94% de sua superfície e desenhando um anel: Um eclipse solar.
Bastante gente acordou cedo e até algumas escolas mudaram os horários do dia para que todos tivessem a chance de assistir ao eclipse. Claro que o nosso oráculo Google também está fazendo a sua homenagem:
O próximo a acontecer nas mesmas condições? Daqui três séculos!
Pela televisão, várias localidades do Japão estão sendo mostradas e estão entrevistando as pessoas que foram para as ruas na expectativa de acompanhar o fenômeno. Olha, bom ver que eu não sou a única a ficar assim… Meio boba com isso tudo.
Fiquei muito contente por poder ver também. E pensar que só fiquei sabendo ontem do eclipse. Privilegiada!
Atualizado:

Via twitter @HirokoTabuchi
We Are Young – Fun.
Depois de algumas longas e maravilhosas semanas de férias, chega a hora de voltar. Complicado mesmo é voltar ao ritmo “normal”. Ainda não conseguimos nem ajustar os nossos relógios biológicos, quanto mais pensar em rotina. Céus!
Enfim, sabe o que anda acontecendo? Sempre tem aquela música que toca muito durante as férias e que fica indo e vindo na sua cabeça, quase te enlouquecendo, não tem?! Com certeza a música – ou pelo menos a que mais impregnou – das férias chama-se We Are Young, da banda Fun.
Ah… Já que é para voltar, voltemos com música. Ficar lembrando e relembrando das férias que passaram e começar a pensar nas próximas.
Morar no Japão
Desde que nos mudamos para o Japão e iniciamos o blog, várias pessoas entraram em contato tendo uma dúvida bem similar: Como é possível que alguém que não seja descendente ou cujo cônjuge não seja japonês ou descendente possa morar no Japão?
Sendo bem sincera, eu não entendo muito bem o porquê da dúvida. Vamos ilustrar uma situação: Todo mundo – ou quase todo mundo – assiste o Jornal Nacional, não é mesmo?! Vamos pensar então no correspondente da Globo aqui no Japão. Gente… Eu posso estar enganada, mas ele não me parece ser descendente de japoneses, não é mesmo?! Ele está aqui a trabalho, provavelmente por um tempo limitado, mas morando no Japão, oras. Então, quase que diariamente todo mundo tem um exemplo que aparece na tv e mesmo assim muita gente ainda fica espantada porque não somos descentes e moramos aqui… Entendem como isso não faz sentido?
Talvez porque o Japão seja muito distante, talvez porque a cultura seja tão diferente da nossa ou talvez porque quem mais migre para cá seja, de fato, descendente de japoneses, mas isso não quer dizer que seja uma regra. No tempo em que estamos aqui, conheci gente de todo lugar do mundo: México, Alemanha, Cazaquistão, Malásia, Rússia, Canadá, EUA, Rep. Dominicana, China, Coreia… A lista é longa, mas eu garanto que todas as pessoas que passaram agora pela minha cabeça não têm nenhuma relação de sangue ou de matrimônio com japoneses. Todos estiveram – ou estão – aqui por causa de trabalho ou estudo.
Quero deixar claro que eu não tenho nenhuma competência para afirmar que “para vir para o Japão – para morar – você precisa disso ou daquilo”. De jeito nenhum! O que eu quero é deixar claro que se você realmente deseja morar fora do Brasil, você precisa antes saber o que quer fazer da sua vida. Não dá para rodar o mundo – literalmente – para não saber como você irá se sustentar. Aliás, acho muito improvável até que o visto seja concedido numa situação assim, de incertezas, e também considero de uma extrema burrice quem pensa em arriscar um processo migratório de forma ilegal. Se alguém ficou ofendido com esta minha opinião, sinto muito, mas eu acho muita burrice mesmo. Aprendi bem nova que se for para sair da minha casa ou é para um lugar mais confortável, aproveitando ao máximo, ou é para um lugar menos confortável e aí não é para reclamar… Sabe por que? Porque a gente sai de casa porque quer.
Aí tem gente que pergunta: “Mas como eu vou conseguir um emprego no Japão? Como faço para achar um curso? Preciso saber japonês?”
Vou ficar batendo na mesma tecla e dizer novamente que você tem que saber o que quer. Pensando nas pessoas que conhecemos aqui, tem todo tipo de situação: Engenheiros, designers, estudantes universitários, funcionários de empresas de importação/exportação, funcionários de bancos, de governos… Talvez ainda no Brasil você precise direcionar os seus interesses e ser empregado de uma empresa que tenha essa possibilidade de transferência, considero um facilitador.
Vamos voltar ao nosso exemplo do correspondente internacional: Ele é funcionário de uma empresa brasileira, que foi o que possibilitou a mudança dele para o Japão. Certamente é uma situação temporária e, posteriormente ele será transferido para alguma outra parte do planeta… Graças ao trabalho dele.
Uma amiga que está no Brasil comentou comigo sobre uns amigos dela que vieram para o Japão para trabalhar em fábrica, uma oportunidade de trabalho que eles buscaram em São Paulo. Eles ficaram cerca de um ano – não tenho agora muita certeza do tempo, nem da cidade específica onde moraram – mas não gostaram de ficar aqui no Japão. Mesmo que inicialmente o salário parecesse bom, aqui o custo de vida é alto e não dá para economizar muito. Além disso, existem outros parâmetros – distância, diferença cutural, etc… Claro que tudo depende de cada situação, né?!
Quando a gente pensa em morar no Japão, no início tudo é novidade, tudo é muito envolvido por uma grande empolgação, mas os momentos de tristeza e saudade acontecem. Alguns suportam mais, outros suportam menos.
Para quem pensa em estudar no Japão, o próprio governo japonês oferece bolsas de estudo para estrangeiros. A seleção pode ser disputada, mas é uma oportunidade incrível e lembro de já ter escutado alguém falar que “esta bolsa de estudos é boa igual cafuné de mãe”. Tem gente que fala que sonha em morar fora do Brasil, no Japão ou em qualquer outro lugar, mas as pessoas não partem para a ação. Muitos não se informam direito e ficam sempre naquele estágio do sonho… Da vontade…
Com relação a ter ou não que saber japonês: Eu acho que se trata da melhor oportunidade, situação e local para se aprender um idioma tão específico, então… Por que não aprendê-lo?! Muita gente sobrevive falando inglês aqui, mas eu duvido que aproveitem todas as oportunidades com a intensidade que poderiam se soubessem um pouquinho de japonês. Às vezes é uma palavra, um detalhe, mas que faz uma diferença tão grande. Sempre me lembro da primeira vez que consegui entender sozinha um aviso sonoro dentro do trem: Fiquei tão contente, tão satisfeita comigo! Ontem conversando com uma amiga, ela contou que a irmã dela está vindo para cá – funcionária do Banco do Brasil – e no meio da conversa, ela fez o comentário “deve ser horrível parecer ser analfabeto”. Gente, não é “parecer ser”… É ser analfabeto! Claro que todo mundo se vira e “quem tem boca vai a Roma”, mas bom mesmo é poder ser gentil, educado, puxar uma conversa rápida sobre o tempo ou qualquer outro assunto cotidiano compreendendo tudo.
Meu japonês ainda é o básico do básico, mas graças a ele os meus dias aqui já são melhores. Todo dia eu aprendo uma palavra nova, todo dia eu me arrisco um pouco mais… Não entendi?! Paciência. Também não dá para ficar envergonhada pelo o que eu não sei.
Além disso, saber japonês muitas vezes pode não ser crucial para a questão do emprego, mas outra vezes pode ser determinante.
No fim das contas, a melhor dica que eu posso dar aqui é que se você tem interesse em morar no Japão, procure a Embaixada do Japão no Brasil para ter informações mais concretas. Em São Paulo a Fundação Japão e em Brasília a Escola Modelo de Língua Japonesa são entidades que também podem ajudar. O que eu posso afirmar aqui é que não existe a necessidade de ter uma ligação de sangue ou de casamento para que seja possível morar no Japão, mas é necessário ter um planejamento.
Incredibox
Ontem me falaram para abrir o site do Incredibox e até agora não consegui. Lógico que não ficaria na curiosidade e fui perguntar para o Google sobre o que se tratava. Adorei e quero fazer músicas também, mas até agora não consegui abrir o site… Hunfs! O palpite? A velocidade da internet que é muito baixa… No Brasil.
Tudo bem que o assunto não tem nada a ver com o blog, mas indiretamente, tem sim. Até a velocidade da internet japonesa já me deixou mal acostumada. Céus!
Dancehall Queen – Robyn
Porque em véspera de viagem e com tanta correria, este é o melhor jeito para movimentar um pouco o blog. Harajuku, Shibuya, JR Yamanote… Tokyo é sempre #puroamor!
Um beijo para a Priscila Pacame!
Itsutsunoyubiwa – いつつのゆびわ
Fazendo parte da comemoração pelos 5 anos de inauguração, em frente ao Tokyo Midtown foi feita uma instalação com 5 anéis: いつつのゆびわ.
Acho bem bacana sempre ver uma novidade – mesmo que temporária – pelos meus caminhos aqui.
Mies van der Rohe
Porque o oráculo hoje está comemorando o 126º aniversário de Mies van der Rohe.
Curti.
Pikachu – ピカチュウ
Roppongi Art Night 2012*
* Algumas fotos do que vimos durante a Roppongi Art Night 2012 – lembrando que durou o final de semana todo, mas os principais eventos aconteceram entre a noite de sábado e o amanhecer de domingo. Tem bastante foto, mas não vou colocar tudo não, tá?!

































